segunda-feira, 14 de novembro de 2011
6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul

Um total de 47 filmes, incluindo títulos inéditos no país, compõe a programação da 6ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Iniciada em 10 de outubro, a Mostra prossegue até o dia primeiro de dezembro, sendo que, em Goiânia, o período de exibições ocorre de 18 a 24 de novembro, no Cine Cultura - Sala Eduardo Benfica, 98 lugares (Centro Cultural Marieta Telles Machado, praça Cívica, 2 – Centro, fone 62 3201.4646). Sempre com entrada franca e acessibilidade a deficientes físicos. Mais informações e detalhes sobre os filmes que serão exibidos no catálogo anexo ou no site www.cinedireitoshumanos.org.br.
Grupos maiores, que desejem participar das sessões da Mostra em Goiânia, necessitam de agendamento prévio junto ao ICUMAM – Instituto de Cultura e Meio Ambiente, que realiza a coordenação e produção local da Mostra. Contatos: 62 3218 3779 / producao@icumam.com.br / coordenação@icumam.com.br
PROGRAMAÇÃO EM GOIÂNIA DA 6ª MOSTRA
CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL
18/11 - SEXTA-FEIRA
19h00 - Sessão de Abertura
DOCE DE COCO - Allan Deberton (Brasil, 20 min, 2010, fic).
TEMPO DE CRIANÇA - Wagner Novais (Brasil, 12 min, 2010, fic).
MÁSCARA NEGRA - Rene Brasil (Brasil, 15 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
19/11 – SÁBADO
14h00 - Sessão Audiodescrição
DIÁRIO DE UMA BUSCA - Flávia Castro (Brasil/ França, 105 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
16h00
CABRA CEGA - Toni Venturi (Brasil, 107 min, 2005, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
18h00
BICHO DE SETE CABEÇAS - Laís Bodanzky (Brasil, 74 min, 2000, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
20h00
CENTRAL DO BRASIL - Walter Salles (Brasil, 112 min, 1998, fic).
Classificação indicativa: 16 anos
20/11 – DOMINGO
14h00 – Sessão de Audiodescrição
DOCE DE COCO - Allan Deberton (Brasil, 20 min, 2010, fic).
TEMPO DE CRIANÇA - Wagner Novais (Brasil, 12 min, 2010, fic).
MÁSCARA NEGRA - Rene Brasil (Brasil, 15 min, 2010, fic).
A GRANDE VIAGEM - Caroline Fioratti (Brasil, 15 min, 2011, fic).
GAROTO BARBA - Christopher Faust (Brasil, 14 min, 2010, fic).
O PLANTADOR DE QUIABOS - Coletivo Santa Madeira (Brasil, 15 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
16h00
CHUVAS DE VERÃO - Carlos Diegues (Brasil, 93 min, 1977, fic).
Classificação indicativa: 16 anos
18h00
MORANGO E CHOCOLATE - Tomás Gutiérrez Alea/ Juan Carlos Tabío (Cuba/ México, 110 min, 1993, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
20h00
A TERRA A GASTAR - Cássia Mary Itamoto/ Celina Kurihara (Brasil, 6 min, 2009, animação).
OS INQUILINOS (OS INCOMODADOS QUE SE MUDEM) - Sérgio Bianchi (Brasil, 103 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
21/11 - SEGUNDA-FEIRA
14h00
TEMPO DE CRIANÇA - Wagner Novais (Brasil, 12 min, 2010, fic).
ARQUITETOS DA NATUREZA - Cléa Lúcia (Peru/ Brasil, 25min, 2011, doc).
TAVA - PARAGUAI TERRA ADENTRO - Lucas Keese/ Lucía Martin/ Mariela Vilchez (Argentina/ Brasil/ Paraguai, 70 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
16h00
BALA PERDIDA - Maurício Durán Blacut (Bolívia, 52 min, 2010, doc).
NO FUTURO - Mauro Andrizzi (Argentina, 60min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 10 anos
18h00
ORQUESTRA DO SOM CEGO - Lucas Gervilla (Brasil, 13 min, 2010, doc).
POLIAMOR - José Agripino (Brasil, 15 min, 2010, doc).
CAMPONESES DO ARAGUAIA - GUERRILHA VISTA POR DENTRO - Vandré Fernandes (Brasil, 73 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
20h00
ARAGUAYA - A CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO - Ronaldo Duque (Brasil, 105 min, 2005, fic).
Classificação indicativa: 12 anos
22/11 - TERÇA-FEIRA
14h00
SOBRA UMA LEI - Daiana Di Candia/ Denisse Legrand (Uruguai, 36 min, 2011, doc).
PEQUENAS VOZES - Óscar Andrade e Jairo Eduardo Carrillo (Colômbia, 76 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
16h00
ACERCADACANA - Felipe Peres Calheiros (Brasil, 20 min, 2010, doc).
A OCUPAÇÃO - Angus Gibson/ Miguel Salazar (Colômbia/ EUA/ França, 88 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
18h00
GAROTO BARBA - Christopher Faust (Brasil, 14 min, 2010, fic).
ASSUNTO DE FAMÍLIA - Caru Alves de Souza (Brasil, 13 min, 2011, fic).
COPA VIDIGAL - Luciano Vidigal (Brasil, 75 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
20h00
D.O.R - Leandro Goddinho (Brasil, 4 min, 2010, doc).
SILÊNCIO 63 - Fábio Nascimento (Brasil , 23 min, 2011, doc).
E A TERRA SE FEZ VERBO - Erika Bauer (Brasil, 77 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
23/11 - QUARTA-FEIRA
14h00
DOCE DE COCO - Allan Deberton (Brasil, 20 min, 2010, fic).
CORTINA DE FUMAÇA - Rodrigo Mac Niven (Brasil, 88 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
16h00
CAFÉ AURORA - Pablo Polo (Brasil, 19 min, 2010, fic).
CONFISSÕES - Gualberto Ferrari (Argentina/ Brasil/ França, 90 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: Livre
18h00
A GRANDE VIAGEM - Caroline Fioratti (Brasil, 15 min, 2011, fic).
AVÓS - Carla Valencia Dávila (Equador/ Chile, 93 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: Livre
20h00
DAMA DO PEIXOTO - Allan Ribeiro/ Douglas Soares (Brasil, 11 min, 2011, doc).
QUEM SE IMPORTA - Mara Mourão (Brasil, 96 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
24/11 - QUINTA-FEIRA
14h00
BARRAS E BARREIRAS, RETRATO DE KELLY ALVES - Riccardo Migliore (Brasil, 38 min, 2011, doc).
QUATRO LITROS POR TONEL - Belimar Román Rojas (Argentina/ Venezuela, 70 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
16h00
DO OUTRO LADO DO MURO - Eleonora Menutti (Argentina, 12 min, 2010, doc).
ENTRE VÃOS - Luísa Caetano (Brasil, 20 min, 2010, doc).
VOCACIONAL, UMA AVENTURA HUMANA - Toni Venturi (Brasil, 77 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: Livre
18h00
O PLANTADOR DE QUIABOS - Coletivo Santa Madeira (Brasil, 15 min, 2010, fic).
MÁSCARA NEGRA - Rene Brasil (Brasil, 15 min, 2010, fic).
UMA NOVA DANÇA - Nicolás Lasnibat (Chile/ França, 23 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
20h00
GRAFFITI QUE MEXE - Coletivo Graffiti com Pipoca (Brasil, 13 min, 2011, animação).
LICURI SURF - Guilherme Martins (Brasil, 15 min, 2011, doc).
CÉU SEM ETERNIDADE - Eliane Caffé (Brasil, 70 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
Convite Audiência Pública
A Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa da Assembléia Legislativa de Goiás em parceria com o Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, vem por meio deste convidar para Audiência Pública que versará sobre a violência no estado de Goiás e as ameaças sofridas pelos defensores de Direitos Humanos, a realizar-se dia 18 de novembro, às 14h30, no auditório Solon Amaral desta Casa.
Na ocasião, contaremos com a presença da Ministra Maria do Rosário, Presidenta do CDDPH.
Sem mais para o momento, colocamo-nos a disposição para toda e qualquer dúvida, aproveitando a oportunidade para registrar nosso respeito.
Atenciosamente,
MAURO RUBEM PT-GO
Deputado Estadual
Presidente da Comissão de Direitos Humanos,
Cidadania e Legislação Participativa.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Companheiros do MST presos em Acreúna - Goiás sob acusação de crime ambiental conseguem liberdade
Por Arilene, Josivaldo e Pedro Ferreira
Nesta sexta-feira (04/11), um grupo de militantes e simpatizantes da reforma agrária, entre eles algumas autoridades como os deputados Mauro Rubem e Izaura Lemos, a ouvidoria agrária do INCRA, agentes da CPT, militantes do MST e Educadores da RECID-GO. Estiveram em Acreúna para pressionar as autoridades locais pela libertação dos sete companheiros do MST presos injustamente acusados de crime ambiental.
Após uma manhã peregrinando por varios orgãos como delegacia de policia, fórum de justiça para diálogar com o delegado, com o promotor que acatou a denuncia e com o juiz da comarca na tentativa de procurar mostrar a injustiça que a justiça de Acreúna estava comentendo, fomos até onde os companheiros estavam presos para lhe darmos apoio moral e mostrar que não estavam sozinho, ao contrario além da caravana que ali estava presente, organizações dos trabalhadores e militantes de todo o Brasil estavam mandando mensagem de apoio e repudiando a ação da justiça.
Em seguida a visita aos companheiros presos fomos até o fórum solicitar uma audiência com o juiz, que segundo informações tinha ido para Goiânia, neste momento não tinhamos muito esperança de que os companheiros seriam solto facilmente sobretudo devido ao jogo de empurra da outras autoridades que visitamos, todos diziam não fomos nós, estavamos apenas cumprindo ordem. Mais concerteza não esperavam a força do movimento sem terra, ao chegar no fórum fomos recebidos com uma otima noticia de que o juiz (novo na região) tinha acabado de dar senteça favoravel ao pedido de liberdade encaminhado pelo advogado dos trabalhadores sem terra presos.
Após o almoço com a senteça na mão acompanhamos o oficial de justiça até o presidio municipal onde pudemos comemorar a libertação dos sete companheiros. Infelizmente o processo continua e os companheiros terão que continuar respondendo pelo tal crime, além de terem uma serie de limitações como não poder sair da cidade e nem se envolver em confusão. De certo modo a burguesia local conseguiu o seu objetivo de criminalizar as lideranças do movimento na região limitando suas ações.
Por outro lado a área revindicada já esta sendo negociada entre o INCRA e o Banco do Brasil para destinar a mesma para o processo de reforma agrária, neste sentido será mais um assentamento bem no coração da região simbolo do agronegocio em Goiás, por tanto terão que os ingolir. E pela fisionomia e força demostrada pelos companheiros presos podemos dizer que a luta contra o latifundio na região continuará.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Solidariedade aos companheiros do MST presos em Acreúna - Goiás sob falsa acusação de crime ambiental

* Por Pedro Ferreira
Mais uma vez vemos o exemplo de como o Estado é tão rápido no processo de criminalização dos lutadores e movimentos sociais, mas quando a questão é a execução de políticas públicas que atendam a necessidade da população explorada não vemos essa presença.
Na ultima terça-feira (01/11/11), 7 trabalhadores Sem Terra do MST foram presos em Acreúna – Goiás, acusados de terem cometido crime ambiental em uma ocupação de uma fazenda do Banco do Brasil que estava em processo de leilão.
Por varias vezes a ação dos Sem Terra impediu que a fazenda fosse rematada por latifundiários da região, em processos com indícios de fraudes e favorecimento de pessoas influentes. Os trabalhadores Sem Terra reivindicam que a área seja negociada entre o INCRA de Goiás e o Banco do Brasil no sentido de destinar a área para o assentamento das famílias que estão acampadas há vários anos na região.
Infelizmente devido à lentidão do processo de reforma agrária em Goiás e em todo o Brasil, exemplo disso é que neste ano ainda não foi criado nenhum projeto novo de assentamento. Não resta aos movimentos sociais outra alternativa se não pressionar o governo para que a reforma agrária saia do papel, e a ocupação de áreas improdutivas é ainda uma das principais armas dos movimentos sociais.
Mesmo com as famílias desocupando a área respeitando a ordem da justiça local de reintegração de posse, a burguesia latifundiária da região não se deu por contente, articulando em seguida a prisão de sete companheiros acusando-os de crime ambiental, entre eles, esta um companheiro da direção estadual do movimento e educador popular da RECID-GO.
O grande crime ambiental que cometeram foi derrubar pequenas arvores para fazer os barracos e se protegerem da chuva, contaminação da água, pois a utilizaram para tomar banho e beber, como também por terem achado um casco de Tatu (Animal típico do cerrado) que supostamente teria sido morto pelos Sem Terra, mais que não há provas.
Em um Estado onde o agronegócio desmata extensas áreas de proteção ambiental para produzir, contaminando o solo com agrotóxico, onde barragens são construídas impedindo o curso natural dos rios com o único objetivo de gerar energia para o aumento da produção. Não vemos nenhuma ação do Estado no sentido de impedir esses crimes contra o meio ambiente. Em um país onde vemos uma proposta vergonhosa de alteração do código florestal e a construção da Usina de Belo Monte. Questionamos: Quem cometeu e está cometendo crime ambiental?
Sabemos muito bem qual o crime que estes trabalhadores Sem Terra cometeram. Que foi desafiar uma elite latifundiária que esta incrustada nos poderes do Estado de Goiás e que atua no sentido de manter os grandes latifúndios do Estado na mão do agronegócio exportador e das transnacionais que invadiram o campo.
Não é de hoje que o Estado de Goiás tem usado da questão ambiental para criminalizar lideranças dos movimentos que lutam pela reforma agrária no Estado, como também temos consciência de quem verdadeiramente tem agredido e devastado o meio ambiente, e podemos afirmar que não é a agricultura familiar e camponesa que não chega a ocupar nem 10% das áreas agricultáveis do estado. Muito menos as centenas de famílias que resistem bravamente acampadas nas margens das rodovias lutando para conquistar seu pedacinho de chão para produzir.
A prisão injusta desses sete companheiros tem um claro objetivo, intimidar a ação do movimento na região, sobretudo criminalizando suas principais lideranças, sendo que a justiça que é tão lenta para atender os direitos dos trabalhadores já esta ameaçando encaminhar os companheiros para um presídio.
Neste sentido solicitamos a todas as organizações de luta da classe trabalhadora a fazerem moções de repudio contra essa ação absurda da justiça da comarca de Acreúna e autoridades locais, como também se solidarizar prontamente a luta dos companheiros, de suas famílias e ao MST. Juntemos nossas vozes e gritemos lutar não é crime! Gritemos também – Liberdade já para os sete companheiros do MST presos injustamente.
“Os caídos que se levantem!
Os que estão perdidos que lutem!
Quem reconhece a situação como pode calar-se?
Os vencidos de agora serão os vencedores de amanhã.
E o “hoje” nascerá do “jamais”. (Bertolt Brecht)
*Pedro Ferreira (Educador Popular da RECID-GO/ Estudante de Serviço Social - EAD/ Bloco de Resistência Socialista)
ACESSE: recid-go.blogspot.com
Atividade de Formação com Juventude Camponesa de Campos Belos
* Por Pedro Ferreira
Nesta terça-feira (01/11) a Pastoral da Juventude Rural (PJR) e a Rede de Educação cidadã de Goiás (RECID-GO), realizaram uma oficina de formação com 60 jovens camponeses na Escola Barreirão, zona rural do municipio de Campos Belos. Com o objetivo de discutir a necessidade de organização e formação da juventude camponesa na região.
Os jovens camponeses na região encontram muitas dificuldades e limites, pois o governo municipal pouco tem colaborado no sentido de executar políticas públicas que atendam as necessidade da comunidade em geral, sobretudo a do meio rural. Mesmo com a escola no povoado, a mesma falta estrutura e só atende as primeiras séries. Assim os estudantes são obrigados a enfrentar um transporte escolar précario para irem estudar na zona urbana. Também falta política de saúde e de segurança, de assistência social, sobretudo voltado para juventude.
Foi abordado no encontro a necessidade de superarmos o sistema capitalista que nos impõe uma relação com os seres humanos pautado no ter e não no ser, a necessidade de superarmos o sistema patriarcal muito forte na zona rural, além da necessidade de superação da homofobia e da intolerância racial, sobretudo em uma região com forte presença de comunidades Kilombolas.
Esta também presente na zona rural a criminalização da juventude, a exploração sexual e a opressão dentro da própria familía. Um dos temas de maiores interesses dos jovens foi sobre sexualidade, o qual será feita uma oficina especifica futuramente sobre o tema.
Em grupos os jovens puderam refletir sobre algumas questões como: O que entendemos como protagonismo? Como construir relações de vida para o bem comum? O que nos desafia a tecer/construir novas relações de vida para superarmos a prostituição, a violência, o consumismo, o machismo e o preconceito? Que tipo de relação como jovem quero estabelecer na minha comunidade? Quais políticas públicas querem a juventude dessa comunidade?
Após o trabalho os jovens apresentaram na plénaria o resultado do trabalho em grupo e em seguida os facilitadores fizeram o fechamento colocando a importância da discussão sobre todos os temas e se colocando a disposição para voltar outras vezes para aprofundar outros temas.
Em fim foi feito uma breve avaliação da oficina, todos fizeram uma avaliação positiva, tanto da assessoria como dos temas abordados, no entanto ressaltaram a questão do tempo e a necessidade de se voltar mais vezes para tratar de outros temas.
Por fim deixamos uma mensagem final sobre a necessidade da organização e formação da juventude, para tanto trouxemos o papel protagonista da juventude ao longo da história nos processos revolucionarios, resgatamos os mais recentes, como na primavera árabe. Falamos da necessidade da juventude ser rebelde (não tal qual a novela). Quando dizemos que o jovem tem que ser rebelde, a rebeldia que estamos falando não é contra a familía mais sim contra esse sistema que nos oprime, que sejam rebelde não com o professor mais sim com o sistema educacional vigente, ser rebelde contra a saúe précaria, a criminalização da pobreza e dos movimentos sociais.
Falamos tal como o "Che" para que não procurassem agradar ninguém, façam o que lhe pareça necessário, e assim em um dado momento, serão dirigentes dessa país, mais que não se tornem tal qual a essa corja corrupta que esta hoje no poder. Para tanto a organização, a formação e a luta de classes se faz necessária cotidianamente.
* Pedro Ferreira (Educador Popular da RECID-GO, Estudante de Serviço Social -EAD, Bloco de Resistência Socialista)
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