sábado, 17 de março de 2012

Carta Memória II - Nacional



Por Equipe de Comunicação
Carta Memória II - Nacional       Acordamos com o cortejo cultural da RECID, essa equipe de animação é porreta (se não fosse ela não levantaríamos). E com muito esforço levantamos. Brasil....sil...sil...sil, mostra a tua cara! Depois de um grito desses não houve quem não despertou.
       Começamos então o dia sob a coordenação do Marcel e da.... e dá... ué cadê? Ah! Chegou! Sandra. Uma olhadinha na programação, equipes de trabalho e não se esqueçam, e houve ainda o anúncio: Não iniciaremos se as equipes não estiverem completas! Corre-corre povo, e ainda um lembrete: não se esqueçam das reuniões. Acorda RECID que ele chegou, falou que vinha e veio, o ministro Gilberto Carvalho - Vocês cumpre um papel primordial, com o trabalho de base mudemos essa realidade difícil, mas temos avançado, e como temos avançado. O ministro se foi e com ele a plenária quase toda, vamos retomar pessoal, vamos retomar que o dia mal começou.
       Após um certo esforço conseguimos retomar com o educador Cláudio Nascimento que nos levou a viajar nos processos de lutas históricas no Brasil. E ai o que fazer? E então fazer o que? Depois desse longo resgate histórico e de todas as contradições (palavra da moda) e de mais algumas reflexões trazidas pela plenária é hora de um cafezinho.
      Tan, tan, tan, tan, tanananan. Entra no ar o jornal popular do Centro-Oeste – Questão do avanço do agronegócio, o uso dos agrotóxicos, questão da reforma urbana (a falta dela) mega eventos em debate, com gente importante no estúdio sendo entrevistado ao vivo, com reportagem ao vivo também. Na tela digital a apresentadora mostra os desafios da região. Embarca Centro – Oeste, embarca, molha o pé mais não molha a meia...
       Embalados pelos belos versos de Patativa do Assaré o nordeste entra em cena – Êta! cabras da peste, a vida não esta fácil por lá não, nunca foi na verdade, mais um povo que nasceu e vive na luta não desiste jamais. Já faz três noites que pro norte relampeia... eu vou embora vou cuidar da plantação.
         Chega o sudeste no embalo do Rap, nos livramos do FMI mais olha a FIFA ai, copa pra quem, não pro povo meu bem. A situação não é diferente das outras regiões, pior um pouco, tudo em dobro. Mais o povo resiste, mesmo que de forma espontânea às vezes. Chega de ataques à classe... Conclua companheiros o povo tá doido para almoçar.
          Fomos para o almoço mortas/os de fome, é na verdade, quase mortas/os a fila tava imensa, mas nem tanto para lavar as louças. Barriga cheia é hora daquela sonequinha... só pra quem não tem reunião. O tempo voa e já é hora de voltar. Vixi! Inté a equipe de animação sumiu... Vamos voltar povo, e vamos de samba.
          E lá vem o norte, com os sons da floresta, sua roda envolvente, as lutas colocadas na ordem do dia. Realidade cruel, desafios gigantes, mas não nos calaram e o trabalho de base e na base continua...
        Por fim chega o Sul, com suas bandeiras de luta e uma poesia acompanhado de uma canção para entrar no clima, e entramos. “Mão pra cima, cintura solta... (essa não faz parte da apresentação do Sul mas uma contribuição da plenária) Apesar de governos de cores partidárias diferentes nos estados da região, a vida continua dura guri. Privatização aqui, ali e ai. Mais resistimos e continuaremos a resistir.
         Educadoras e educadores vamos levantar, olha para algo que você deseja, abrace, aperte, beije e... ai, ai, assim você me mata...
        Então sem mais, vamos aprofundar essa conjuntura, o educador Ney do MST e o educador Denis... Dênis?! Dênis?! Ai, ai, ai... sumiu, fugiu do debate? Não! Adoeceu, e a equipe Ângela de cuidado com o outro, foi cumprir sua árdua tarefa, melhoras companheiro! Aprofundemos sobre nossa reflexão, crise do capital, mundo em confusão, Europa ajoelhada, e o Brasil? Não vamos muito bem não. Nada de mudanças estruturais. É, o companheiro desceu a lenha, não podia ser diferente, somos movimento social. Acomodar jamais. Mais parece que nem todos/as agem assim que o diga aqueles que escreveram aquele documento em 1987. “Do que foi feito amigo de tudo que a gente sonhou...”
        Intervalo minha gente, cafezinho pra relaxar, uma roda de cochicho para ruminar o debate como diria Paulo o Matoso. E vamos retomar... não antes daquele esforço sobre humano da equipe de animação no samba/pago/pmb/forró... tão atirando para todos os lados.
        A equipe pedagógica do CAMP entra em cena para nos mostrar uma sistematização das oficinas realizadas neste convênio. Bonito RECID, que bonito, estamos fazendo a diferença. Ou pelo menos tentando, e assim vamos caminhando.
       Legal! Então... vamos voltar o debate da conjuntura? Ei, não corram, calmam, venham aqui, gente! Gente! Pessoal? Tem mais recados... as.. os... é... É o pessoal se rebelando, continuar ou não continuar, eis a questão. Vamos então adiar esse negocio para amanhã. Comemoração geral. E a coordenação do dia não teve tempo de dizer tchau... Tá bom, mas não tá.
      Quem pensa que o dia acabou está muito enganado/a, e as reuniões? Segura pessoal, rapadura é doce mais não é mole não. Não posso ficar mais nenhum minuto com vocês sinto muito amor mais não pode ser... inté mais, me Pueblo.
Equipe de Comunicação do 11º Encontro Nacional 

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